segunda-feira, 17 de julho de 2017

Hominídeos primitivos e homem moderno podem ter coabitado na África

Hominídeos primitivos podem ter coexistido na África com os primeiros seres humanos modernos, anunciaram na terça-feira 09/05 pela primeira vez cientistas, um cenário que complica ainda mais a árvore genealógica da espécie humana.

De acordo com pesquisas, a datação de fósseis descobertos em 2013 em uma caverna no sítio arqueológico de Maropeng, perto de Johannesburgo, sugere que estes primos muito distantes viveram há entre 200.000 e 300.000 anos, no mesmo período que os primeiros Homo sapiens.

Estes antepassados ​são os Homo naledi, uma nova espécie cuja descoberta agitou a ciência.

Em 2015, o controverso paleontólogo americano Lee Berger ocupou as manchetes ao anunciar a descoberta em Maropeng de uma rica coleção de 1.500 ossos de quinze hominídeos de um tipo inédito.

A análise dessas ossadas revelou o retrato de um humanoide deslumbrante, dotado com características de espécies de vários milhões de anos, como um pequeno cérebro, e de outras mais recentes, como pés contemporâneos e mãos capazes de segurar ferramentas.

Lee Berger imediatamente ordenou seu achado no gênero Homo, a do homem moderno. Mas depois de não conseguir datar esses fósseis, atraiu a ira de muitos colegas que negaram qualquer novidade.

Na terça-feira 09/05, o professor da Universidade de Witwatersrand e sua equipe revelaram a idade dos ossos.

Seus resultados são surpreendentes. Os Homo naledi viveram entre 335.000 e 236.000 anos atrás, "no início do que nós consideramos como o começo da era dos humanos modernos", segundo Berger.

"Eles são surpreendentemente jovens", entusiasmou-se diante da imprensa. "Esta é uma espécie primitiva que sobreviveu por milhões de anos e que havia permanecido invisível".

"E é muito possível que o Homo naledi, esta espécie de hominídio de cérebro pequeno, tenha encontrado o Homo sapiens", ressaltou.

Casos de coabitação entre espécies já foram identificados. Na Europa, por exemplo, o homem de Neandertal cruzou seu caminho com o Homo sapiens antes de sua extinção há 30.000 anos.

Mas este cenário jamais havia sido traçado na África.

- Elo perdido -

"Humanos, parentes de humanos e parentes muito distantes dos humanos como o Homo naledi viveram aqui, no sul da África, durante os últimos 1,5 a 2 milhões de anos de nossa evolução", ressaltou outro membro da equipe, John Hawks, da Universidade de Wisconsin.

Esta realidade poderia colocar em questão as leituras lineares da evolução da Humanidade.

"Pensávamos que o Homem era invencível (...) e que havia apenas uma história ou uma linha reta cada vez mais humana com um cérebro maior e comportamentos mais complexos", acrescenta o pesquisador da universidade de Wisconsin.

"Não poderemos mais afirmar qual espécie fabricou quais ferramentas ou mesmo que os homens modernos estão na origem de certas inovações técnicas ou comportamentais", aventura-se Lee Berger.

"A árvore da nossa família tem vários ramos e foi só muito recentemente que um único se impôs", lembra Paul Dirks, da Universidade John Cook da Austrália. "A datação destes fósseis sugere muitas possibilidades de trocas (...) entre o Homo sapiens e o Homo naledi".

"Este pode ser um elo perdido crucial na história da nossa evolução", acrescentou o professor Berger.


- 'Neo' -

O paleontólogo também anunciou nesta terça-feira a descoberta de mais uma coleção de fósseis de Homo naledi em uma caverna próxima à de sua primeira descoberta.

Entre eles, um esqueleto bastante completo, incluindo um crânio muito bem preservado, apelidado de "neo", "presente" na língua local sesotho.

"Homo naledi (estrela em sesotho) é definitivamente uma nova espécie, este material bem preservado confirma a morfologia dos fósseis com a qual já estamos trabalhando", ressaltou Lee Berger a seus críticos.

O paleontólogo também voltou a falar sobre uma outra controvérsia relativa a sua descoberta inicial.

Em 2015, ele afirmou que a presença de ossos em uma caverna quase inacessível significava que ela era de fato um tumba e que o Homo naledi praticava ritos funerários, uma prática até então atribuída unicamente aos seres humanos modernos.

Sua hipótese suscitou muitas provocações de seus pares, mas Lee Berger persistiu nesta terça-feira, revelando que o caminho para o local de sua segunda descoberta era tão estreito quanto o primeiro.

"Isso reforça, creio eu, a ideia de que o Homo naledi utilizava essa caverna com um objetivo particular e potencialmente (...) que o Homo naledi enterrava seus mortos lá", insistiu.

As descobertas foram publicadas na revista científica eLife e, segundo Lee Berger, estão abertas a críticas.

Fonte: Yahoo!

Descoberto um dos últimos dinossauros que viveu na África


Um dos últimos dinossauros que viveu na África antes da extinção da espécie, há 66 milhões de anos, foi descoberto numa mina de fosfato no norte de Marrocos.

O estudo do fóssil, dirigido pela Universidade de Bath, Reino Unido, sugere que após a separação do supercontinente Gondwana (que há milhões de anos incluía a maior parte dos continentes atuais do hemisfério sul) uma fauna distinta de dinossauros evoluiu na áfrica.

A nova espécie, o `Chenanisaurus Barbaricus`, foi um dos últimos tipos de dinossauros na terra até à extinção da espécie e era contemporâneo do norte-americano `Tyranossaurus Rex`, refere o estudo, publicado na revista especializada Cretaceous Research.

Como pouco se sabe sobre os dinossauros que viveram na África até ao fim do período Cretáceo, há 66 milhões de anos, a descoberta é considerada importante pelos responsáveis da Universidade, que explicam que os depósitos de fosfato (usados em fertilizantes ou em bebidas de cola) são restos de um antigo fundo marinho.

No ano passado, Nick Longrich, da Universidade de Bath, estudou um fragmento raro de um osso da mandíbula que foi descoberto nas minas de Sidi Chennane, em Oulad Abdoun Basin (perto da cidade de Khouribga e que corresponde a quase metade das reservas de fosfato de Marrocos).

Em colaboração com outros especialistas de Marrocos, França e Espanha, Longrich identificou o fragmento como pertencendo a um Abelissauro. Os Abelissauros (em homenagem a Roberto Abel, do Museu Argentino de Ciências Naturais) eram carnívoros bípedes como o T.Rex e outros tiranossauros mas com um focinho mais curto e mais fraco e braços mais pequenos. Dominavam o território que é hoje essencialmente o hemisfério sul.

"Não temos praticamente nenhum fóssil de dinossauros deste período de tempo no Marrocos, pode até ser o primeiro dinossauro do fim do Cretáceo na África", disse Nick Longrich.

Fonte: RTP

domingo, 16 de julho de 2017

Múmias egípcias tinham relação de parentesco com povos do Oriente Médio


Ao contrário do que se pensava, os corpos não possuíam traços genéticos de ascendência negra, mas tinham relações com povos que habitavam territórios como Palestina, Mesopotâmia e Arábia Saudita.

Pesquisadores da Universidade de Tubinga e do Instituto Max Planck para Ciência da História Humana, na Alemanha, conseguiram identificar a origem étnica de parte dos egípcios antigos. 

De acordo com uma análise realizada com mais de 90 DNAs de múmias, a maioria dos egípcios era parente de povos que viveram na região do Oriente Médio, como a Palestina, Mesopotâmia e Arábia Saudita. Foi a primeria vez que uma extração de genoma utilizando os últimos recursos tecnológicos foi realizada com sucesso em múmias de mais de 2.000 anos de idade.

Acreditava-se que a maioria dos habitantes do Egito Antigo descendia de populações negras da África, que habitavam os território ao sul do deserto do Saara. 

A análise de DNA dos egípcios da atualidade revela, no entanto, que o aumento da influência genética de outros povos africanos só começou a ocorrer recentemente — a hipótese é de que o contato entre egípcios e outras populações da África ocorreu durante o período da escravidão no continente.

Os corpos analisados foram retirados de Abusir el-Meleq, no Médio Egito. O local era considerado um santuário a Osíris, rei do mundo dos mortos segundo a mitologia egípcia. As múmias datam de um período conhecido como Novo Império, que se inicia em 1400 a.C. e se estende até 400 d.C, data que marca o término do domínio do Império Romano na região.

Na maioria das múmias, os cientistas utilizaram o DNA mitocondrial — aquele presente nas mitocôndrias das células — para a análise, já que essa estrutura tende a ser preservada por mais tempo. No caso de um dos corpos, no entanto, os pesquisadores conseguiram mapear características específicas como a pele clara, os olhos escuros e uma possível intolerância à lactose.

Desde 1980 os especialistas tentam retirar o código genético das múmias encontradas, mas só há pouco tempo atrás a tecnologia necessária para isso começou a aparecer. 

Os cientistas pretendem, no futuro, analisar melhor as múmias enterradas mais ao sul do país, próximos à fronteira do Sudão. Os arqueólogos acreditam que nessas áreas existiram habitantes com descendência comum a de outros povos africanos.

Fonte: Galileu

Restos de primeiros humanos do Neolítico são encontrados na península ibérica


Uma pesquisa conjunta da Universidade de Barcelona e da Universidade Complutense de Madri descobriu os restos humanos de seis indivíduos pertencentes aos primeiros habitantes do Período Neolítico junto a objetos domésticos e animais em Cova Bonica, em Vallirana, na província de Barcelona, na Espanha.

Além disso, os pesquisadores confirmaram informações que já conheciam de outras investigações, como a de que os indivíduos eram "intolerantes à lactose, tinham pele clara, olhos castanhos e cabelos escuros".

Os primeiros pastores e agricultores - entre os quais estariam os restos descobertos - chegaram há 7.400 anos à península ibérica, informou a Universidade Complutense em comunicado sobre os trabalhos que foram desenvolvidos entre os anos 2008 e 2015, e cujos resultados foram divulgados através da publicação especializada "Journal of Field Archaeology".

"A singularidade deste sítio arqueológico é que os restos humanos foram encontrados com seus objetos domésticos", afirmou a pesquisadora do departamento de Paleontologia da UCM e do Centro Misto UCM-ISCIII de Evolução e Comportamento Humano, Montserrat Sanz, que acrescentou que "isto permite relacionar a cultura material com as práticas de pastoreio desta população".

Os arqueólogos identificaram 98 ossos humanos que correspondem a um mínimo de seis indivíduos de diferentes idades, de 3 a 35 anos, e de pelo menos duas mulheres, segundo o comunicado.

Entre eles, os pesquisadores conseguiram identificar dois adultos (de 25 a 35 anos), um adolescente (de 12 a 13) e três meninos (de 9, 5 e inferior a 3 anos), através de restos de crânios, dentes, costelas, bacias e ossos de mãos e pés.

"É relevante que tenhamos encontrado tanta quantidade de restos humanos em uma área inferior a dois metros quadrados", destacou Montserrat, apesar de nenhum esqueleto articulado ter sido descoberto.

Junto aos restos humanos também foram encontrados vestígios de animais - sobretudo cabras e ovelhas - e ornamentos, bem como utensílios de pedra de sílex e cristal de rocha e fragmentos de cerâmica "dos mais antigos documentados na península ibérica".

Esta descoberta "lança novos dados sobre como eram os ritos funerários dos cadáveres" e trata-se da "primeira evidência de inumações coletivas", segundo a nota da universidade.

"Observamos que as práticas funerárias são muito heterogêneas", detalhou Montserrat.

A arqueóloga qualificou a escavação como "muito complicada" até chegar aos restos neolíticos devido aos diferentes usos que a cova teve ao longo dos séculos, entre eles, como pedreira, mina de calcita e área de cultivo de cogumelos.

O projeto esteve dirigido por Montserrat Sanz junto com Joan Daura, da Universidade de Lisboa, e os pesquisadores Xavier Oms, Mireia Pedro e Pablo Martínez.

Fonte: Terra

sábado, 15 de julho de 2017

Luzes estranhas aparecem no céu dos EUA


Centenas de pessoas assistiram a um fenômeno pouco comum de luzes e cores no céu, sobre as águas do Atlântico. Na concorrida costa da Virgínia, nos Estados Unidos, o céu noturno ficou coberto de fogos de artifício incomuns que, durante alguns segundos, encheram de cores as câmeras e celulares dos presentes.

Este é um vídeo real do que foi possível ver no céu:

Estas vistosas luzes pertenciam a um objeto voador muito bem identificado, dado que se tratava do foguete de sondagem Terrier-Improved Malemute, lançado no dia 29 de junho a partir das instalações de voo da NASA Wallops.

O lançamento era muito aguardado, pois havia sido adiado em diversas ocasiões devido ao mau tempo.

Há várias décadas, foguetes como este vêm sendo utilizados para o estudo da nossa ionosfera, uma camada da atmosfera que se estende a partir dos 80 quilômetros de altura e que possui uma importância fundamental em fenômenos como as emissões eletromagnéticas ou as variações do campo magnético da Terra. As auroras boreais são um exemplo característico da interação das partículas de vento solar com a camada superior da ionosfera.

Nesta missão da NASA foram utilizados foguetes que subiram até 118 quilômetros de altura e lançaram uma série de dez recipientes, cada um do tamanho de uma lata de refrigerante, para testar um novo sistema de injeção múltipla.

Uma vez separadas do foguete, estas latas liberaram vapor de diversas cores, azul, verde, e até vermelho, que formaram as cores na ionosfera ao interagir com os diferentes elementos, como o bário, o estrôncio, e o óxido de cobre.

O voo durou apenas 8 minutos, mas os dados colhidos pelo foguete ajudarão os pesquisadores a estudar a interação de diferentes compostos nesta camada atmosférica, que diariamente é bombardeada pela radiação solar e por uma ampla variedade de partículas cósmicas.

Além do estudo científico, o lançamento também serviu como entretenimento para um grande grupo de fãs que se reuniram nas proximidades das instalações e que capturaram, com suas câmeras, dezenas e dezenas de imagens espetaculares, divulgadas pela NASA em sua página no Facebook.

Fonte: Yahoo

Mãe acredita dividir a casa com fantasma após rosto sinistro aparecer em foto de família

 

Sally Watts relata que criança vive "dando as caras" para ela e seus filhos.

Sally Watts, de 40 anos, mora em Brynhyfryd, North Wales, no Reino Unido, com sua família. A britânica afirma que, além do marido e os cinco filhos, existe mais um misterioso integrante na casa e, segundo ela, a imagem acima comprova isso.

O rosto do que parece ser uma criança aparece na fotografia da festa de aniversário de dez anos da filha Grace. Inicialmente, conta que pensou ser Ollie, um dos filhos, mas ele estava no sofá durante o clique. "Fiquei assustada, mas percebi que é o fantasma do garoto que vive aqui", afirma.

A mãe garante que apenas cinco crianças estavam na sala no dia. São elas: Charlotte (18), Eddie (14), Grace (13), Ollie (6) e Freya (1). "Não havia mais ninguém", diz Sally ao jornal britânico Daily Mail.

Como explicar a figura do garoto que aparece bem ali no espelho? Pois é. O que a família revela é ainda mais sinistro do que o flagra acima. Sally diz que ela e as crianças escutam coisas como sussurros infantis e móveis rangendo. Além disso, áudios estranhos já foram capturados pela babá eletrônica instalada no quarto dos filhos.

Segundo ela, isso acontece porque anos atrás, antes da família se mudar para casa, um garoto de seis anos morreu no local. A trágica morte é confirmada pelos vizinhos. "Descobrimos que o nome verdadeiro dele era Anthony. Mas como já estávamos habituados com tantos acontecimentos esquisitos, apesar dos sustos, costumávamos chamá-lo de Michael", diz.

Três anos depois da foto, Sally e o marido, Greg Sleep, também de 40 anos, decidiram compartilhar a foto na internet.

"Recebi muita mensagens de gente tentando explicar o motivo pelo qual o garotinho apareceu para mim. Outras pessoas me acusaram de usar Photoshop, não ligo. Eu não tenho tempo para sentar e me dedicar a esse tipo de coisa, eu trabalho e tenho cinco filhos", rebate.

"Não estou pedindo que ninguém acredite. Mas, para mim, não há nenhuma explicação para o que vimos na fotografia. É Anthony!", reforça.

Por conta disso, Sally conta que nem os amigos de seus filhos querem dormir lá.

Fonte: R7

OVNI é filmado em colina conhecida como 'ponto de visitas de extraterrestres'


A colina de Cley Hill, em Warminster, situada no sudoeste do Reino Unido, é conhecida por, supostamente, receber muitas visitas extraterrestres, conforme ufólogos. Segundo eles, já foram registradas várias aparições enigmáticas neste local da Inglaterra.

Mais uma situação dessa natureza foi registrada recentemente, quando luzes estranhas no céu atraíram a atenção de Nigel Vile, residente na região que, ao perceber tais luzes, imediatamente passou a filmá-las. Apesar de ser bastante cético quanto a existência de extraterrestres, a testemunha admite que possa ser um caso de cunho alienígena.

"Fiz esse vídeo a partir da minha casa na noite passada. Aconteceu sobre Cley Hill, região visitadíssima por OVNIs. Poderia ter sido um drone com efeito de chama na cauda ou mais alguma coisa. Foi detectado várias vezes aqui", relatou o cidadão britânico ao The Mirror.

Coisa estranhas

Alguns moradores Warminster confirmam que coisas muito estranhas acontecem lá. Além disso, os ufólogos chamam esta cidade de "capital britânica" dos OVNIs.

Segundos eles, há mais de 50 anos são registradas coisas muito esquisitas em Warminster, entre as quais ruídos assustadores e clarões. Para que não acreditam na existência de OVNIs, tudo não passa de treinamentos militares nas redondezas.

Fonte: tnonline
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